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sábado, 31 de maio de 2025
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Perguntas interessantes: O passado nos ensina algo sempre.
Hoje arrumando uns papéis velhos encontrei com esta foto de uma matéria que saiu no jornal em setembro de 1996. Foi inevitável a mente ir para trás e rever tudo o que foi feito para chegarmos até este momento. Claro que choveram perguntas e vou resgatar algumas... - Você tem saudades destes tempos? Nahh, de jeito nenhum, só do meu cabelo comprido, e não tenho saudades por que ralei para caramba!!! Pois não só aderi à uma ideia que me parecia sublime, senão que para estar aí nesse momento, eu tive que deixar meu país, minha família, minha carreira, meu trabalho meus amigos meu apartamento em Buenos Aires, tive que deixar tudo; meu marido à época, me largou também pois ele como qualquer pessoa normal queria ter sua vida e seus próprios filhos. Pois é eu não tive os meus, me dediqué à estes. E o título da matéria que diz que a Montanha abriga projeto com crianças... ficou curto, no sentido que estas crianças não vinham passar o dia, elas moravam aqui, tinha que olhá-las 24X7. Quem sabe do que se trata, sabe também que nossa doação era absoluta pois não recebíamos nenhum valor material em troca deste trabalho, ao contrário, colocávamos nosso dinheiro, propriedades e tudo mais para fortalecer o projeto, em outras palavras, pagamos para trabalhar; por tudo isso, me alegro de te-lo feito, mas não tenho saudades nenhuma. E apareceu numa hora interesantes pois muitas destas crianças nem lembram de nós, de que estávamos com eles, e é natural pois a mente tende à ocultar os momentos traumáticos, e sim eles estavam numa situação desoladora, de abandono temporário por parte de seus pais, por diferentes motivos de doenças ou acidentes, enfim, coisas que les impediam de té-los consigo. E também vêm para demonstrar, que nosso querido Juan* se bem era a cabeça, a estrela, o grão criador, não fez tudo isto sozinho, por que já tive que ouvir... - Ah eu fui na Montanha mas não vi você... pois é amiga, eu estava trabalhando e não de visita. Assim este pequeno fragmento do passado de algum modo veio como redenção e como resposta a alguns que não querem valorizar o que fizemos. E não há necessidade de que outros valorizem o que você faz, hoje se gabam de resgatar animais, e é louvável, mas resgatar humanos é nosso dever como humanidade, e o que se faz por amor sempre estará bem feito. E finalmente, vem à mim, as palavras que o Anjo Gabriel deixou para um comerciante analfabeto lá perto de Meca, ..." Acaso não é o bem a recompensa do bem?"
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terça-feira, 14 de junho de 2022
Juan Uviedo's Mountain (Ep 16)
Belíssimo trabalho dos WoodGothic's de São Tomé das Letras; justa homenagem a um Gigante das Américas! È impossível de definir, por isso estes autênticos fractais são o mais próximos da verdade que podemos chegar. Muito obrigada por lembrar e Viva Juan!
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domingo, 31 de dezembro de 2017
A Escola Invisível. Scolha de Conhecimentus Innexatus.
A Montanha uma Terra para Nós!
Foi esta a primeira definição dada pelo primeiro amante e morador e fazedor de milagres concretos xamã da nossa Tribo: Juan Carlos Ernesto Ramón... -quantidade de nomes para uma Grande Coisa Só-que na sua intensa e desaforada experiencia humana a viu e imaginou como um campo experimental da escola da vida, onde separou 7 realidades distintas em 7 geografias, e provou que a única maneira de aprender è: fazendo-o.
- Aprendí com os índios do Ecuador- me disse: - eles não dão explicações, não dão aulas, não respondem perguntas, não outorgam diplomas, não aceitam outros moldes para ter credibilidade, apenas te permitem acompanhar e observar , e voce tem de tirar suas próprias conclusões!-
Assim Juan acompanhou e observou nesta tribo e algo do que aprendeu se empenhou com alma e vida para repassar para nós... segundo suas próprias últimas palavras foram: "não consegui ensinar nada a ninguém" junto com o filme " a mentira é a estratégia da verdade", jamais saberemos qual parte foi a estratégia e qual a verdade.
Fica com cada Um uma parte indivisível do que viveu viu observou perto deste Gigante MaisdoqueNotável e absurdo mais que humano homem.
Uma das partes que mais acredito é na parte da Escola ou Escolha da Montanha; e que é dessa maneira que devemos ensinar, como aprendemos; por isso dividiu a Montanha em 7 partes onde fosse possível vivenciar essas 7 Realidades (e não somente falar delas); e que assim uma semente humana poderia se Educar para a Vida na Terra.
Isso é o que quero repassar; além das pontes do MEC e dos diplomas, é esta Educação da Escola Invisível da Montanha do Juan, que ficou inscrito na minha memória, que é diferente de todas, e que consegue, de fato, Ensinar alguma coisa.
Foi esta a primeira definição dada pelo primeiro amante e morador e fazedor de milagres concretos xamã da nossa Tribo: Juan Carlos Ernesto Ramón... -quantidade de nomes para uma Grande Coisa Só-que na sua intensa e desaforada experiencia humana a viu e imaginou como um campo experimental da escola da vida, onde separou 7 realidades distintas em 7 geografias, e provou que a única maneira de aprender è: fazendo-o.
- Aprendí com os índios do Ecuador- me disse: - eles não dão explicações, não dão aulas, não respondem perguntas, não outorgam diplomas, não aceitam outros moldes para ter credibilidade, apenas te permitem acompanhar e observar , e voce tem de tirar suas próprias conclusões!-
Assim Juan acompanhou e observou nesta tribo e algo do que aprendeu se empenhou com alma e vida para repassar para nós... segundo suas próprias últimas palavras foram: "não consegui ensinar nada a ninguém" junto com o filme " a mentira é a estratégia da verdade", jamais saberemos qual parte foi a estratégia e qual a verdade.
Fica com cada Um uma parte indivisível do que viveu viu observou perto deste Gigante MaisdoqueNotável e absurdo mais que humano homem.
Uma das partes que mais acredito é na parte da Escola ou Escolha da Montanha; e que é dessa maneira que devemos ensinar, como aprendemos; por isso dividiu a Montanha em 7 partes onde fosse possível vivenciar essas 7 Realidades (e não somente falar delas); e que assim uma semente humana poderia se Educar para a Vida na Terra.
Isso é o que quero repassar; além das pontes do MEC e dos diplomas, é esta Educação da Escola Invisível da Montanha do Juan, que ficou inscrito na minha memória, que é diferente de todas, e que consegue, de fato, Ensinar alguma coisa.
A Escola Invisível. Scolha de Conhecimentus Innexatus.
A Montanha uma Terra para Nós!
Foi esta a primeira definição dada pelo primeiro amante e morador e fazedor de milagres concretos xamã da nossa Tribo: Juan Carlos Ernesto Ramón... -quantidade de nomes para uma Grande Coisa Só-que na sua intensa e desaforada experiencia humana a viu e imaginou como um campo experimental da escola da vida, onde separou 7 realidades distintas em 7 geografias, e provou que a única maneira de aprender è: fazendo-o.
- Aprendí com os índios do Ecuador- me disse: - eles não dão explicações, não dão aulas, não respondem perguntas, não outorgam diplomas, não aceitam outros moldes para ter credibilidade, apenas te permitem acompanhar e observar , e voce tem de tirar suas próprias conclusões!-
Assim Juan acompanhou e observou nesta tribo e algo do que aprendeu se empenhou com alma e vida para repassar para nós... segundo suas próprias últimas palavras foram: "não consegui ensinar nada a ninguém" junto com o filme " a mentira é a estratégia da verdade", jamais saberemos qual parte foi a estratégia e qual a verdade.
Fica com cada Um uma parte indivisível do que viveu viu observou perto deste Gigante MaisdoqueNotável e absurdo mais que humano homem.
Uma das partes que mais acredito é na parte da Escola ou Escolha da Montanha; e que é dessa maneira que devemos ensinar, como aprendemos; por isso dividiu a Montanha em 7 partes onde fosse possível vivenciar essas 7 Realidades (e não somente falar delas); e que assim uma semente humana poderia se Educar para a Vida na Terra.
Isso é o que quero repassar; além das pontes do MEC e dos diplomas, é esta Educação da Escola Invisível da Montanha do Juan, que ficou inscrito na minha memória, que é diferente de todas, e que consegue, de fato, Ensinar alguma coisa.
Foi esta a primeira definição dada pelo primeiro amante e morador e fazedor de milagres concretos xamã da nossa Tribo: Juan Carlos Ernesto Ramón... -quantidade de nomes para uma Grande Coisa Só-que na sua intensa e desaforada experiencia humana a viu e imaginou como um campo experimental da escola da vida, onde separou 7 realidades distintas em 7 geografias, e provou que a única maneira de aprender è: fazendo-o.
- Aprendí com os índios do Ecuador- me disse: - eles não dão explicações, não dão aulas, não respondem perguntas, não outorgam diplomas, não aceitam outros moldes para ter credibilidade, apenas te permitem acompanhar e observar , e voce tem de tirar suas próprias conclusões!-
Assim Juan acompanhou e observou nesta tribo e algo do que aprendeu se empenhou com alma e vida para repassar para nós... segundo suas próprias últimas palavras foram: "não consegui ensinar nada a ninguém" junto com o filme " a mentira é a estratégia da verdade", jamais saberemos qual parte foi a estratégia e qual a verdade.
Fica com cada Um uma parte indivisível do que viveu viu observou perto deste Gigante MaisdoqueNotável e absurdo mais que humano homem.
Uma das partes que mais acredito é na parte da Escola ou Escolha da Montanha; e que é dessa maneira que devemos ensinar, como aprendemos; por isso dividiu a Montanha em 7 partes onde fosse possível vivenciar essas 7 Realidades (e não somente falar delas); e que assim uma semente humana poderia se Educar para a Vida na Terra.
Isso é o que quero repassar; além das pontes do MEC e dos diplomas, é esta Educação da Escola Invisível da Montanha do Juan, que ficou inscrito na minha memória, que é diferente de todas, e que consegue, de fato, Ensinar alguma coisa.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Montanha Louca. Romance de Flavia Mariana Klc
Olá Planetas e Cometas!!! Então vou resumir aqui do que se trata, é um romance cosmo-lógico em 91 páginas em língua portuguesa. Se trata da saga de um grupo que chega em São Thomé das Letras nos anos 80 e se estabelece numa montanha até então desabitada.
"Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis."
Consta de um Primeiro Tempo: Prefácio, A chegada de um grupo, A Cozinha 1, Os sonhos/contos Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro. Montanha Adentro. Deep Mountain. O plano que sobrevivera a Nós. Morte Súbita: Reencarnações Reprogramações e Senescências. Do Futebol Music à Câmara Maluca.
Se trata de um e-book o livro eletrônico que pode se passar pelo e-mail ou pelo whatsapp, é um arquivo de pdf assim que quem gosta pode imprimir quando receber e senão abaixar no seu aplicativo celular tablet ou computador. Por esse motivo meu e-mail figura no lambe-lambe para que a pessoa interessada possa já deixar seu endereço comigo ai eu mando e peço um depósito no valor de 55,00 na conta Itau agencia 5304 c/c 08752-0 cpf 009969346-18. Agradeço a quem faz parte da minha rede!!!
Montanha Louca. Romance de Flavia Mariana Klc
Olá Planetas e Cometas!!! Então vou resumir aqui do que se trata, é um romance cosmo-lógico em 91 páginas em língua portuguesa. Se trata da saga de um grupo que chega em São Thomé das Letras nos anos 80 e se estabelece numa montanha até então desabitada.
"Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis."
Consta de um Primeiro Tempo: Prefácio, A chegada de um grupo, A Cozinha 1, Os sonhos/contos Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro. Montanha Adentro. Deep Mountain. O plano que sobrevivera a Nós. Morte Súbita: Reencarnações Reprogramações e Senescências. Do Futebol Music à Câmara Maluca.
Se trata de um e-book o livro eletrônico que pode se passar pelo e-mail ou pelo whatsapp, é um arquivo de pdf assim que quem gosta pode imprimir quando receber e senão abaixar no seu aplicativo celular tablet ou computador. Por esse motivo meu e-mail figura no lambe-lambe para que a pessoa interessada possa já deixar seu endereço comigo ai eu mando e peço um depósito no valor de 55,00 na conta Itau agencia 5304 c/c 08752-0 cpf 009969346-18. Agradeço a quem faz parte da minha rede!!!
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Montanha Louca. Morte Súbita. Do Futebol Music à Câmara Maluca.
Outra maneira eficaz de você tirar férias de você mesmo é se dedicar ao teatro. Quando você assume uma personagem coloca uma distância de seu eu, e desse modo, também, acontecem coisas fantásticas!
Funciona como uma reciclagem do Ser, além de te permitir de modo lícito vestir uma outra pele, e assim poder tirar monstros da cartola que você nem imaginava que existissem, e nem ao menos desconfiava que todos aqueles fantasmas , encostos, espíritos e associados não são mais do que manifestações de si mesmo. É a vida é cruel, há que saber viver, saber surfar, ou saber jogar como se diz.
O Jogo em si é apaixonante, e é natural, pela lei da atração e por todos os segredos revelados que os apaixonados sintam atração pelo que gera este apaixonamento. Falo de futebol! Em certos momentos não há como deixar de notar que alguns jogos são especiais para a humanidade tem um algo à mais!
A grão e feliz coincidência e que casava perfeitamente com o sistema cosmo-lógico, era o número de jogadores! Basicamente se trata de uma partida de futebol onde cada jogador além de ser a função de sua área, centro-avanti, goleiro, representava também uma cor; o tempo seria marcado por uma orquestra sinfônica onde cada instrumentos por sua vez, seguiria uma cor ... Moleza! Produção! Buenos Aires São Paulo Madrid Barcelona Paris Amsterdam e nada de patrocínio!
Larga à mão disso! vamos sem escalas para a Câmara Maluca.
Salto no tempo que me surpreende vinte cinco anos depois de volta à mesma cena! Sonhei?
Estou velha e toda enferrujada e todos meus dentes me abandonaram.
Simplesmente não acredito que vamos fazer teatro outra vez!
Sim vamos montar uma Câmara Maluca, imitando uma Câmara de Vereadores, onde cada Vereador representará uma cor, um planeta, um signo; assim se relacionarão entre primos para executar as ações e se reunirão entre irmãos para avaliações planejamentos e consultas. Terão que utilizar as relações cosmo-lógicas para poder manifestar-se e assim ensinaremos a cosmo-lógica para o povo de uma maneira lúdica, já que da "maneira tradicional" não tinha funcionado; e o tempo, tinha passado rápido demais e nós ainda não tínhamos o candidato. Nosso Neo. Pode se dizer que estávamos atrasados em relação ao que tinha que ser feito. Fazer o que?
Lá vem começar tudo outra vez! Santa Paciência Batman! Eu sinto que não vou aguentar. Mas a gente não sabe do que é capaz quando está sob pressão.
Neste teatro valorizamos o processo criativo como a parte mais importante da coisa, e não a apresentação em si, já que a obra se apresenta uma única vez. e durante este processo não há lapidações, não se gasta a verdade,ao final, para se fazer uma grande obra não há necessidade de podar.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Montanha Louca: Morte Súbita. Reencarnações Reprogramações Senescências
foto: Renato Reis
Cada um dá o que recebe e logo recebe o que da, é uma troca. Uma troca de energias, assim também o são, a gestação, o nascimento e a morte. Enquanto somos gerados vamos nos preenchendo de energias que são como programas/memórias, alguns desenvolvidos em vidas anteriores, outros novinhos em folha qual tábula rasa. Cada vez que uma pessoa morre, descarrega todas sus memórias no astral, elas se separam, então aquele conjunto que formava um "eu" não mais existe; assim não temos como lembrar se fomos Cleópatra ou Marco Antônio, embora possamos estar operando com memórias de Cleópatra e Marco Antônio. Da para entender? Não neh! Então!
Era o dia 8 de maio de 1988. Estávamos numa casinha na Pedra da Bruxa, iriamos assistir e testemunhar uma prática xamânica trazida diretamente dos nossos ancestrais tarahumaras, se trata de morrer e renascer na mesma operação. Oi? Sim, isso mesmo!
Claro que o N1, foi a primeira cobaia voluntária, já que não havia vontade maior, nem razão maior, e nem ninguém tão afins de morrer aqui e agora.
Desnecessário dizer, que naquele, momento, quase trinta anos atrás, nós, eu, não tinha a mais pálida ideia do que estava fazendo; embora fossem inquestionáveis os efeitos que se seguiram.
Os efeitos que se seguiram a esta experiencia que no começo parecia ter falhado, por causa da cobaia que teve um surto psicótico seguido de tentativa de suicídio, e pirações gerais. Antes de mim passaram dois assistentes, um fritou e o outro deixou este mundo, é, a próxima seria eu.
Nesse intervalo de tempo aprendi a calcular os mapas e comecei a me aprimorar nesse sentido, já que o tal do mapa tinha feito todo o sentido para mim. E assim quando finalmente chegamos na Terra Prometida, no Jardim do Êden, na Montanha Encantada, na Montanha Louca, a primeira a ser reprogramada, fui eu!
É um quarto Prata, e uma hora Prata; e eu vou ali morrer, e já volto. Me sinto esquartejada, descerebrada e um pouco sonsa. Sei que sou eu, grande novidade! Oi? Peraî, sim sou eu sim, mas tem uma coisa diferente! Estou pensando em português! Corro com a vista aquela pequena barraca e vejo à mão papel e caneta, fiquei alegre começo a escrever com medo de esquecer, e não é que meu português é fluente! Fiquei tão animada e satisfeita que não prestei atenção em mais nada! Tinha mudado tudo! O primeiro milagre a gente nunca esquece !
É engraçado avaliar a reação das pessoas mais próximas à você, por que eles vêem o mesmo que viam antes, então voltam com seus bordões e provocações, que você verifica não mais fazem efeito.
Circulava com uma certa elegância e proteção pelas facções internas do palácio, e este novo espírito imprimiu a força que precisava para poder usar e abusar do meu corpo e judiar à vontade de todos os meus ossos, músculos, células e articulações.
E a coisa se pulverizou, eu repassei o processo a quem estava no processo, e assim todos os que são como eu, fizeram. E assim por ser a mais experiente, me tornei primeira assistente do Mago Geral, do Cirurgião das Almas, do Número Um, o Grandão, O mais falante e rimbombante, ou o título que ele gostava mais: O Açougueiro Místico! Neste tempo testemunhei todo tipo de milagres da área curativa e de todas as outras. É realmente complicado tentar colocar em palavras a dimensão deste ato mágico, para sorte minha mais de oitocentas almas se beneficiaram deste processo de cura xamánico, e nos anos que se seguiram todo mundo queria saber que fazia este Velho Doido nessa Montanha Louca! Assim, nesse sentido, tem centenas de testemunhas que não me deixam mentir. Embora tenha angariado minha fama de ser muito mentirosa, de levar a mentira à enésima potência, até transformá-la numa estratégia, a estratégia da verdade.
Como cobaia tive todo tipo de permissões, o resultado é este aqui, algo que não se sabe exatamente o que é, mas ... como não sabia antes que importância pode ter não sabe-lo agora?
Nesta liberdade consentida, causei muitos estragos pelo caminho, e não me orgulho por isso, mas tendo sempre em mente estar desperta e consciente; plantei algumas rosas também.
Estas reprogramações permitiram que alguns programas vitais que estavam do lado de lá precisando entrar, e alguns programas de cá, esgotados, que estavam precisando sair; conseguissem seus objetivos promovendo a felicidade e o equilíbrio de modo geral; e mais ambiciosamente, ampliar o espectro e a velocidade da transformação ( que salvaria a raça em extinção).
- E se quiséssemos saber onde está tal ou qual programa... seria possível?
- Teríamos que rastreá-lo de vida em vida, de planeta em planeta... mmm... nhãa... creio que não!
Tal vez isto só fosse possível no reino da imaginação, neste reino,neste tempo de esperas, de subidas, e descidas, mortes e ressurreições, no final, se tem a impressão que somos sempre os mesmos! Dando voltas sobre o mesmo tema! Tudo se tornou tão familiar entre nós que era comum nos chamarmos com nomes familiares, coisa que quando feita entre órfãos, tem um tom de sarcasmo. Posso disser que fizemos uma grande mistureba de memórias e que ao final não tínhamos muita certeza de quem era quem. Mas que importância isso tem, se aqui ninguém é ninguém?
As melhores férias são aquelas que você tira de você mesmo.
Cada um dá o que recebe e logo recebe o que da, é uma troca. Uma troca de energias, assim também o são, a gestação, o nascimento e a morte. Enquanto somos gerados vamos nos preenchendo de energias que são como programas/memórias, alguns desenvolvidos em vidas anteriores, outros novinhos em folha qual tábula rasa. Cada vez que uma pessoa morre, descarrega todas sus memórias no astral, elas se separam, então aquele conjunto que formava um "eu" não mais existe; assim não temos como lembrar se fomos Cleópatra ou Marco Antônio, embora possamos estar operando com memórias de Cleópatra e Marco Antônio. Da para entender? Não neh! Então!
Era o dia 8 de maio de 1988. Estávamos numa casinha na Pedra da Bruxa, iriamos assistir e testemunhar uma prática xamânica trazida diretamente dos nossos ancestrais tarahumaras, se trata de morrer e renascer na mesma operação. Oi? Sim, isso mesmo!
Claro que o N1, foi a primeira cobaia voluntária, já que não havia vontade maior, nem razão maior, e nem ninguém tão afins de morrer aqui e agora.
Desnecessário dizer, que naquele, momento, quase trinta anos atrás, nós, eu, não tinha a mais pálida ideia do que estava fazendo; embora fossem inquestionáveis os efeitos que se seguiram.
Os efeitos que se seguiram a esta experiencia que no começo parecia ter falhado, por causa da cobaia que teve um surto psicótico seguido de tentativa de suicídio, e pirações gerais. Antes de mim passaram dois assistentes, um fritou e o outro deixou este mundo, é, a próxima seria eu.
Nesse intervalo de tempo aprendi a calcular os mapas e comecei a me aprimorar nesse sentido, já que o tal do mapa tinha feito todo o sentido para mim. E assim quando finalmente chegamos na Terra Prometida, no Jardim do Êden, na Montanha Encantada, na Montanha Louca, a primeira a ser reprogramada, fui eu!
É um quarto Prata, e uma hora Prata; e eu vou ali morrer, e já volto. Me sinto esquartejada, descerebrada e um pouco sonsa. Sei que sou eu, grande novidade! Oi? Peraî, sim sou eu sim, mas tem uma coisa diferente! Estou pensando em português! Corro com a vista aquela pequena barraca e vejo à mão papel e caneta, fiquei alegre começo a escrever com medo de esquecer, e não é que meu português é fluente! Fiquei tão animada e satisfeita que não prestei atenção em mais nada! Tinha mudado tudo! O primeiro milagre a gente nunca esquece !
É engraçado avaliar a reação das pessoas mais próximas à você, por que eles vêem o mesmo que viam antes, então voltam com seus bordões e provocações, que você verifica não mais fazem efeito.
Circulava com uma certa elegância e proteção pelas facções internas do palácio, e este novo espírito imprimiu a força que precisava para poder usar e abusar do meu corpo e judiar à vontade de todos os meus ossos, músculos, células e articulações.
E a coisa se pulverizou, eu repassei o processo a quem estava no processo, e assim todos os que são como eu, fizeram. E assim por ser a mais experiente, me tornei primeira assistente do Mago Geral, do Cirurgião das Almas, do Número Um, o Grandão, O mais falante e rimbombante, ou o título que ele gostava mais: O Açougueiro Místico! Neste tempo testemunhei todo tipo de milagres da área curativa e de todas as outras. É realmente complicado tentar colocar em palavras a dimensão deste ato mágico, para sorte minha mais de oitocentas almas se beneficiaram deste processo de cura xamánico, e nos anos que se seguiram todo mundo queria saber que fazia este Velho Doido nessa Montanha Louca! Assim, nesse sentido, tem centenas de testemunhas que não me deixam mentir. Embora tenha angariado minha fama de ser muito mentirosa, de levar a mentira à enésima potência, até transformá-la numa estratégia, a estratégia da verdade.
Como cobaia tive todo tipo de permissões, o resultado é este aqui, algo que não se sabe exatamente o que é, mas ... como não sabia antes que importância pode ter não sabe-lo agora?
Nesta liberdade consentida, causei muitos estragos pelo caminho, e não me orgulho por isso, mas tendo sempre em mente estar desperta e consciente; plantei algumas rosas também.
Estas reprogramações permitiram que alguns programas vitais que estavam do lado de lá precisando entrar, e alguns programas de cá, esgotados, que estavam precisando sair; conseguissem seus objetivos promovendo a felicidade e o equilíbrio de modo geral; e mais ambiciosamente, ampliar o espectro e a velocidade da transformação ( que salvaria a raça em extinção).
- E se quiséssemos saber onde está tal ou qual programa... seria possível?
- Teríamos que rastreá-lo de vida em vida, de planeta em planeta... mmm... nhãa... creio que não!
Tal vez isto só fosse possível no reino da imaginação, neste reino,neste tempo de esperas, de subidas, e descidas, mortes e ressurreições, no final, se tem a impressão que somos sempre os mesmos! Dando voltas sobre o mesmo tema! Tudo se tornou tão familiar entre nós que era comum nos chamarmos com nomes familiares, coisa que quando feita entre órfãos, tem um tom de sarcasmo. Posso disser que fizemos uma grande mistureba de memórias e que ao final não tínhamos muita certeza de quem era quem. Mas que importância isso tem, se aqui ninguém é ninguém?
As melhores férias são aquelas que você tira de você mesmo.
Montanha Louca: Morte Súbita. Reencarnações Reprogramações Senescências
foto: Renato Reis
Cada um dá o que recebe e logo recebe o que da, é uma troca. Uma troca de energias, assim também o são, a gestação, o nascimento e a morte. Enquanto somos gerados vamos nos preenchendo de energias que são como programas/memórias, alguns desenvolvidos em vidas anteriores, outros novinhos em folha qual tábula rasa. Cada vez que uma pessoa morre, descarrega todas sus memórias no astral, elas se separam, então aquele conjunto que formava um "eu" não mais existe; assim não temos como lembrar se fomos Cleópatra ou Marco Antônio, embora possamos estar operando com memórias de Cleópatra e Marco Antônio. Da para entender? Não neh! Então!
Era o dia 8 de maio de 1988. Estávamos numa casinha na Pedra da Bruxa, iriamos assistir e testemunhar uma prática xamânica trazida diretamente dos nossos ancestrais tarahumaras, se trata de morrer e renascer na mesma operação. Oi? Sim, isso mesmo!
Claro que o N1, foi a primeira cobaia voluntária, já que não havia vontade maior, nem razão maior, e nem ninguém tão afins de morrer aqui e agora.
Desnecessário dizer, que naquele, momento, quase trinta anos atrás, nós, eu, não tinha a mais pálida ideia do que estava fazendo; embora fossem inquestionáveis os efeitos que se seguiram.
Os efeitos que se seguiram a esta experiencia que no começo parecia ter falhado, por causa da cobaia que teve um surto psicótico seguido de tentativa de suicídio, e pirações gerais. Antes de mim passaram dois assistentes, um fritou e o outro deixou este mundo, é, a próxima seria eu.
Nesse intervalo de tempo aprendi a calcular os mapas e comecei a me aprimorar nesse sentido, já que o tal do mapa tinha feito todo o sentido para mim. E assim quando finalmente chegamos na Terra Prometida, no Jardim do Êden, na Montanha Encantada, na Montanha Louca, a primeira a ser reprogramada, fui eu!
É um quarto Prata, e uma hora Prata; e eu vou ali morrer, e já volto. Me sinto esquartejada, descerebrada e um pouco sonsa. Sei que sou eu, grande novidade! Oi? Peraî, sim sou eu sim, mas tem uma coisa diferente! Estou pensando em português! Corro com a vista aquela pequena barraca e vejo à mão papel e caneta, fiquei alegre começo a escrever com medo de esquecer, e não é que meu português é fluente! Fiquei tão animada e satisfeita que não prestei atenção em mais nada! Tinha mudado tudo! O primeiro milagre a gente nunca esquece !
É engraçado avaliar a reação das pessoas mais próximas à você, por que eles vêem o mesmo que viam antes, então voltam com seus bordões e provocações, que você verifica não mais fazem efeito.
Circulava com uma certa elegância e proteção pelas facções internas do palácio, e este novo espírito imprimiu a força que precisava para poder usar e abusar do meu corpo e judiar à vontade de todos os meus ossos, músculos, células e articulações.
E a coisa se pulverizou, eu repassei o processo a quem estava no processo, e assim todos os que são como eu, fizeram. E assim por ser a mais experiente, me tornei primeira assistente do Mago Geral, do Cirurgião das Almas, do Número Um, o Grandão, O mais falante e rimbombante, ou o título que ele gostava mais: O Açougueiro Místico! Neste tempo testemunhei todo tipo de milagres da área curativa e de todas as outras. É realmente complicado tentar colocar em palavras a dimensão deste ato mágico, para sorte minha mais de oitocentas almas se beneficiaram deste processo de cura xamánico, e nos anos que se seguiram todo mundo queria saber que fazia este Velho Doido nessa Montanha Louca! Assim, nesse sentido, tem centenas de testemunhas que não me deixam mentir. Embora tenha angariado minha fama de ser muito mentirosa, de levar a mentira à enésima potência, até transformá-la numa estratégia, a estratégia da verdade.
Como cobaia tive todo tipo de permissões, o resultado é este aqui, algo que não se sabe exatamente o que é, mas ... como não sabia antes que importância pode ter não sabe-lo agora?
Nesta liberdade consentida, causei muitos estragos pelo caminho, e não me orgulho por isso, mas tendo sempre em mente estar desperta e consciente; plantei algumas rosas também.
Estas reprogramações permitiram que alguns programas vitais que estavam do lado de lá precisando entrar, e alguns programas de cá, esgotados, que estavam precisando sair; conseguissem seus objetivos promovendo a felicidade e o equilíbrio de modo geral; e mais ambiciosamente, ampliar o espectro e a velocidade da transformação ( que salvaria a raça em extinção).
- E se quiséssemos saber onde está tal ou qual programa... seria possível?
- Teríamos que rastreá-lo de vida em vida, de planeta em planeta... mmm... nhãa... creio que não!
Tal vez isto só fosse possível no reino da imaginação, neste reino,neste tempo de esperas, de subidas, e descidas, mortes e ressurreições, no final, se tem a impressão que somos sempre os mesmos! Dando voltas sobre o mesmo tema! Tudo se tornou tão familiar entre nós que era comum nos chamarmos com nomes familiares, coisa que quando feita entre órfãos, tem um tom de sarcasmo. Posso disser que fizemos uma grande mistureba de memórias e que ao final não tínhamos muita certeza de quem era quem. Mas que importância isso tem, se aqui ninguém é ninguém?
As melhores férias são aquelas que você tira de você mesmo.
Cada um dá o que recebe e logo recebe o que da, é uma troca. Uma troca de energias, assim também o são, a gestação, o nascimento e a morte. Enquanto somos gerados vamos nos preenchendo de energias que são como programas/memórias, alguns desenvolvidos em vidas anteriores, outros novinhos em folha qual tábula rasa. Cada vez que uma pessoa morre, descarrega todas sus memórias no astral, elas se separam, então aquele conjunto que formava um "eu" não mais existe; assim não temos como lembrar se fomos Cleópatra ou Marco Antônio, embora possamos estar operando com memórias de Cleópatra e Marco Antônio. Da para entender? Não neh! Então!
Era o dia 8 de maio de 1988. Estávamos numa casinha na Pedra da Bruxa, iriamos assistir e testemunhar uma prática xamânica trazida diretamente dos nossos ancestrais tarahumaras, se trata de morrer e renascer na mesma operação. Oi? Sim, isso mesmo!
Claro que o N1, foi a primeira cobaia voluntária, já que não havia vontade maior, nem razão maior, e nem ninguém tão afins de morrer aqui e agora.
Desnecessário dizer, que naquele, momento, quase trinta anos atrás, nós, eu, não tinha a mais pálida ideia do que estava fazendo; embora fossem inquestionáveis os efeitos que se seguiram.
Os efeitos que se seguiram a esta experiencia que no começo parecia ter falhado, por causa da cobaia que teve um surto psicótico seguido de tentativa de suicídio, e pirações gerais. Antes de mim passaram dois assistentes, um fritou e o outro deixou este mundo, é, a próxima seria eu.
Nesse intervalo de tempo aprendi a calcular os mapas e comecei a me aprimorar nesse sentido, já que o tal do mapa tinha feito todo o sentido para mim. E assim quando finalmente chegamos na Terra Prometida, no Jardim do Êden, na Montanha Encantada, na Montanha Louca, a primeira a ser reprogramada, fui eu!
É um quarto Prata, e uma hora Prata; e eu vou ali morrer, e já volto. Me sinto esquartejada, descerebrada e um pouco sonsa. Sei que sou eu, grande novidade! Oi? Peraî, sim sou eu sim, mas tem uma coisa diferente! Estou pensando em português! Corro com a vista aquela pequena barraca e vejo à mão papel e caneta, fiquei alegre começo a escrever com medo de esquecer, e não é que meu português é fluente! Fiquei tão animada e satisfeita que não prestei atenção em mais nada! Tinha mudado tudo! O primeiro milagre a gente nunca esquece !
É engraçado avaliar a reação das pessoas mais próximas à você, por que eles vêem o mesmo que viam antes, então voltam com seus bordões e provocações, que você verifica não mais fazem efeito.
Circulava com uma certa elegância e proteção pelas facções internas do palácio, e este novo espírito imprimiu a força que precisava para poder usar e abusar do meu corpo e judiar à vontade de todos os meus ossos, músculos, células e articulações.
E a coisa se pulverizou, eu repassei o processo a quem estava no processo, e assim todos os que são como eu, fizeram. E assim por ser a mais experiente, me tornei primeira assistente do Mago Geral, do Cirurgião das Almas, do Número Um, o Grandão, O mais falante e rimbombante, ou o título que ele gostava mais: O Açougueiro Místico! Neste tempo testemunhei todo tipo de milagres da área curativa e de todas as outras. É realmente complicado tentar colocar em palavras a dimensão deste ato mágico, para sorte minha mais de oitocentas almas se beneficiaram deste processo de cura xamánico, e nos anos que se seguiram todo mundo queria saber que fazia este Velho Doido nessa Montanha Louca! Assim, nesse sentido, tem centenas de testemunhas que não me deixam mentir. Embora tenha angariado minha fama de ser muito mentirosa, de levar a mentira à enésima potência, até transformá-la numa estratégia, a estratégia da verdade.
Como cobaia tive todo tipo de permissões, o resultado é este aqui, algo que não se sabe exatamente o que é, mas ... como não sabia antes que importância pode ter não sabe-lo agora?
Nesta liberdade consentida, causei muitos estragos pelo caminho, e não me orgulho por isso, mas tendo sempre em mente estar desperta e consciente; plantei algumas rosas também.
Estas reprogramações permitiram que alguns programas vitais que estavam do lado de lá precisando entrar, e alguns programas de cá, esgotados, que estavam precisando sair; conseguissem seus objetivos promovendo a felicidade e o equilíbrio de modo geral; e mais ambiciosamente, ampliar o espectro e a velocidade da transformação ( que salvaria a raça em extinção).
- E se quiséssemos saber onde está tal ou qual programa... seria possível?
- Teríamos que rastreá-lo de vida em vida, de planeta em planeta... mmm... nhãa... creio que não!
Tal vez isto só fosse possível no reino da imaginação, neste reino,neste tempo de esperas, de subidas, e descidas, mortes e ressurreições, no final, se tem a impressão que somos sempre os mesmos! Dando voltas sobre o mesmo tema! Tudo se tornou tão familiar entre nós que era comum nos chamarmos com nomes familiares, coisa que quando feita entre órfãos, tem um tom de sarcasmo. Posso disser que fizemos uma grande mistureba de memórias e que ao final não tínhamos muita certeza de quem era quem. Mas que importância isso tem, se aqui ninguém é ninguém?
As melhores férias são aquelas que você tira de você mesmo.
domingo, 12 de novembro de 2017
Montanha Louca: Segundo Tempo: O Plano que sobreviverá a Nós.
Se minhas contas estavam certas, já estava na minha terceira encarnação ou vida após a vida, sei lá; minhas contas com o Universo? estavam pela hora da Morte, então resolvi que estava na hora de fazer os pagamentos. Me encaminhei pelos tantos caminhos da cura, fitoterapias, alquimias; sai pelo Mundo missionária disposta, mesmo meio contra à vontade, a espalhar o grão segredo revelado.
-Sim, Jesus é um extra-terrestre, sim eles querem nos salvar? por mais insólito que isto possa soar nos meus/seus ouvidos, é isso mesmo! Sai pelo Mundo disposta a pregar a palavra do além, encomendada por Ninguém.
Novamente solta por ai, igual a pião fora do barbante; fui adotada em São Paulo pela turma do rock n' Roll. Estava me divertindo à beça, quando aquela maldita sirene tocou outra vez...
Chamo de sirene, por não saber-lhe o nome, por ser um sonido que ensurdece mas é inaudível, aquela voz interna que nos disse que nosso tempo de diversão acabou e devemos voltar ao trabalho... Mas qual trabalho? Eu não estava no trabalho já? É hora de voltar! Voltar para onde? Voltar para casa! Voltar para A Montanha Encantada, A Montanha Iluminada, A Montanha Sagrada, Á Montanha Louca!
- Faz tempo que você chegou...
-Faz um tempinho...
- aH, eu estou aqui já faz um tempão, e tenho terra até debaixo das unhas!!!
-Mmmm você é a flor da Montanha?
- Sim, sou Iracema, a Flor da Montanha!
Pisca-pisca, heis um grupo humano que naufragou numa montanha, crono-nautas e crianças muitas crianças!
- O que faremos com todas essas crianças! Sem energia elétrica, sem nenhuma estrutura, licença ou autorização?
- Vamos a nos organizar! Criaremos um instrumento legal que nos possibilite realizar esta atividade com toda segurança necessária, vamos criar o Plano, o Plano que sobreviverá a Nós.
-Sim, Jesus é um extra-terrestre, sim eles querem nos salvar? por mais insólito que isto possa soar nos meus/seus ouvidos, é isso mesmo! Sai pelo Mundo disposta a pregar a palavra do além, encomendada por Ninguém.
Novamente solta por ai, igual a pião fora do barbante; fui adotada em São Paulo pela turma do rock n' Roll. Estava me divertindo à beça, quando aquela maldita sirene tocou outra vez...
Chamo de sirene, por não saber-lhe o nome, por ser um sonido que ensurdece mas é inaudível, aquela voz interna que nos disse que nosso tempo de diversão acabou e devemos voltar ao trabalho... Mas qual trabalho? Eu não estava no trabalho já? É hora de voltar! Voltar para onde? Voltar para casa! Voltar para A Montanha Encantada, A Montanha Iluminada, A Montanha Sagrada, Á Montanha Louca!
- Faz tempo que você chegou...
-Faz um tempinho...
- aH, eu estou aqui já faz um tempão, e tenho terra até debaixo das unhas!!!
-Mmmm você é a flor da Montanha?
- Sim, sou Iracema, a Flor da Montanha!
Pisca-pisca, heis um grupo humano que naufragou numa montanha, crono-nautas e crianças muitas crianças!
- O que faremos com todas essas crianças! Sem energia elétrica, sem nenhuma estrutura, licença ou autorização?
- Vamos a nos organizar! Criaremos um instrumento legal que nos possibilite realizar esta atividade com toda segurança necessária, vamos criar o Plano, o Plano que sobreviverá a Nós.
Montanha Louca: Segundo Tempo: O Plano que sobreviverá a Nós.
Se minhas contas estavam certas, já estava na minha terceira encarnação ou vida após a vida, sei lá; minhas contas com o Universo? estavam pela hora da Morte, então resolvi que estava na hora de fazer os pagamentos. Me encaminhei pelos tantos caminhos da cura, fitoterapias, alquimias; sai pelo Mundo missionária disposta, mesmo meio contra à vontade, a espalhar o grão segredo revelado.
-Sim, Jesus é um extra-terrestre, sim eles querem nos salvar? por mais insólito que isto possa soar nos meus/seus ouvidos, é isso mesmo! Sai pelo Mundo disposta a pregar a palavra do além, encomendada por Ninguém.
Novamente solta por ai, igual a pião fora do barbante; fui adotada em São Paulo pela turma do rock n' Roll. Estava me divertindo à beça, quando aquela maldita sirene tocou outra vez...
Chamo de sirene, por não saber-lhe o nome, por ser um sonido que ensurdece mas é inaudível, aquela voz interna que nos disse que nosso tempo de diversão acabou e devemos voltar ao trabalho... Mas qual trabalho? Eu não estava no trabalho já? É hora de voltar! Voltar para onde? Voltar para casa! Voltar para A Montanha Encantada, A Montanha Iluminada, A Montanha Sagrada, Á Montanha Louca!
- Faz tempo que você chegou...
-Faz um tempinho...
- aH, eu estou aqui já faz um tempão, e tenho terra até debaixo das unhas!!!
-Mmmm você é a flor da Montanha?
- Sim, sou Iracema, a Flor da Montanha!
Pisca-pisca, heis um grupo humano que naufragou numa montanha, crono-nautas e crianças muitas crianças!
- O que faremos com todas essas crianças! Sem energia elétrica, sem nenhuma estrutura, licença ou autorização?
- Vamos a nos organizar! Criaremos um instrumento legal que nos possibilite realizar esta atividade com toda segurança necessária, vamos criar o Plano, o Plano que sobreviverá a Nós.
-Sim, Jesus é um extra-terrestre, sim eles querem nos salvar? por mais insólito que isto possa soar nos meus/seus ouvidos, é isso mesmo! Sai pelo Mundo disposta a pregar a palavra do além, encomendada por Ninguém.
Novamente solta por ai, igual a pião fora do barbante; fui adotada em São Paulo pela turma do rock n' Roll. Estava me divertindo à beça, quando aquela maldita sirene tocou outra vez...
Chamo de sirene, por não saber-lhe o nome, por ser um sonido que ensurdece mas é inaudível, aquela voz interna que nos disse que nosso tempo de diversão acabou e devemos voltar ao trabalho... Mas qual trabalho? Eu não estava no trabalho já? É hora de voltar! Voltar para onde? Voltar para casa! Voltar para A Montanha Encantada, A Montanha Iluminada, A Montanha Sagrada, Á Montanha Louca!
- Faz tempo que você chegou...
-Faz um tempinho...
- aH, eu estou aqui já faz um tempão, e tenho terra até debaixo das unhas!!!
-Mmmm você é a flor da Montanha?
- Sim, sou Iracema, a Flor da Montanha!
Pisca-pisca, heis um grupo humano que naufragou numa montanha, crono-nautas e crianças muitas crianças!
- O que faremos com todas essas crianças! Sem energia elétrica, sem nenhuma estrutura, licença ou autorização?
- Vamos a nos organizar! Criaremos um instrumento legal que nos possibilite realizar esta atividade com toda segurança necessária, vamos criar o Plano, o Plano que sobreviverá a Nós.
Montanha Louca: Segundo Tempo. Montanha Adentro. Deep Mountain.
Descendo pela trilha da Cozinha Um, montanha abaixo, tem uma charmosa mata intocada, fechada e um tempo de aulas, construções, bibliotecas, malocas, pau à pique, duendes e conspirações.
Estava dormindo ao relento, na Cozinha 3, no aconchegante calor que emana da Terra, afofeada de ervas aromáticas, medicinais, tendo por teto todas as estrelas para mim, quem nunca tenha feito, que experimente! Não há prazer maior do que fechar os olhos embaixo de um céu todo estrelado.
Quando o dia começa a clarear, os animais ficam em festa, é fazem uma barulheira tal para saudar o novo dia que não há espécie que consiga continuar dormindo...
Sou mais uma espécie da Terra como outra qualquer, abri os olhos e o vi, parado ao lado do meu corpo, mais exatamente parado do lado esquerdo próximo à minhas pernas, me fitando. Fechei imediatamente os olhos caso fosse real, estou sonhando!, pensei, a imensa curiosidade me fez abrir os olhos novamente,
Lá estava ele, imóvel no mesmo lugar, poderia ser um rosto humano mas estava todo coberto de pelos, não posso assegurar que levava roupas, mas me lembro que havia colorações diversas para baixo do seu pescoço. Me fitava e me fitava com seus olhos amarelos? algo próximo disso.
Tomei coragem, ao final, a dona do sonho sou eu, e pensei ... É um duende sim! Vou encara-lo.
Então olhei bem dentro daqueles olhos, eram preciosos!, mas não amigáveis; eu estava quase num Nirvana e não percebi no primeiro momento, ele não estava ali me adorando não, estava ali para me passar uma mensagem.
Eu não conseguia acreditar que estava tendo este contato! Eu! Crente que isso acontecia por que estávamos fazendo a coisa certa, por que eramos os bons! ahahah Doce ilusão!
Resumindo o papo, eles não estavam contentes com a gente ali, nem com os humanos de modo geral,e me anunciou que estavam se retirando da Terra ( o que nós chamamos de Terra que são as construções do povo da superfície) por tempo indeterminado.
Foi assim que acabou minha carreira de galaxy-star e todas minhas ilusões ao respeito de salvar a raça humana. Caralho! Eu já não queria mais salvar a espécie em extinção! Ou seja, eu não queria mais me salvar.
Depressão! Cai novamente no buraco de Alice sem nenhum coelho para seguir.
Quando cheguei ao fundo, do poço, um novo Novo Mundo se descortinou para mim: O das Plantas Mágicas! Como se tivesse aberto os olhos pela primeira vez, comecei a observar a quantidade absurda de espécies que me rodeavam, haviam estado o tempo todo ali?
Caramba! Parece que as estou vendo pela primeira vez, e mais, parece que nunca tinha estado aqui...Tentei fazer contas de tempo, quanto tempo havia se passado ao final? Eu me apresentei para elas e elas se apresentaram a mim, Simples assim. Comecei a conhece-las a vê-las e fiquei apaixonada, encantada, embasbacada, e assim estou até hoje.
Minha vocação de curar já convivia comigo desde a tenra infância, desde que me entendo por gente, sempre falei que iria ser médica. desde que comecei a falar já tinha traçado meu caminho de Esculápio, dos bosques herméticos, da extração das essências vegetais, das almas vegetais e do processo que poderia extrair as suas forças, e se, este serviço fosse feito por alguém munido com a forte vontade de curar como eu, seus efeitos estariam garantidos.
O Mundo Vegetal se acha sob influencia dos planetas e está destinado à alimentar e curar o Homem.
Estudei com Paracelso que toda planta é uma estrela terrestre, que suas propriedades físicas estão inscritas na forma das folhas, e suas propriedades astrais, na cor da pétala das suas flores. descobri que existia uma botânica oculta, e que com ela a informação ficava completa.
A flor do Lírio, por exemplo, considerada a própria imagem da criação. a flor que o Anjo Gabriel entrega a Maria na anunciação, o símbolo da castidade e da pureza, representa a ação do fogo primordial sobre a mãe água, com ela se fabrica um perfume mágico que se utiliza para abençoar o local do ato mágico. Serve para reconciliar os amantes. Curas que vão além do corpo físico, já que a doença se encontra enraizada na alma.
Acostumada a morrer, heis que mais uma vez fui salva, e desta vez, pelo Reino Vegetal.
Montanha Louca: Segundo Tempo. Montanha Adentro. Deep Mountain.
Descendo pela trilha da Cozinha Um, montanha abaixo, tem uma charmosa mata intocada, fechada e um tempo de aulas, construções, bibliotecas, malocas, pau à pique, duendes e conspirações.
Estava dormindo ao relento, na Cozinha 3, no aconchegante calor que emana da Terra, afofeada de ervas aromáticas, medicinais, tendo por teto todas as estrelas para mim, quem nunca tenha feito, que experimente! Não há prazer maior do que fechar os olhos embaixo de um céu todo estrelado.
Quando o dia começa a clarear, os animais ficam em festa, é fazem uma barulheira tal para saudar o novo dia que não há espécie que consiga continuar dormindo...
Sou mais uma espécie da Terra como outra qualquer, abri os olhos e o vi, parado ao lado do meu corpo, mais exatamente parado do lado esquerdo próximo à minhas pernas, me fitando. Fechei imediatamente os olhos caso fosse real, estou sonhando!, pensei, a imensa curiosidade me fez abrir os olhos novamente,
Lá estava ele, imóvel no mesmo lugar, poderia ser um rosto humano mas estava todo coberto de pelos, não posso assegurar que levava roupas, mas me lembro que havia colorações diversas para baixo do seu pescoço. Me fitava e me fitava com seus olhos amarelos? algo próximo disso.
Tomei coragem, ao final, a dona do sonho sou eu, e pensei ... É um duende sim! Vou encara-lo.
Então olhei bem dentro daqueles olhos, eram preciosos!, mas não amigáveis; eu estava quase num Nirvana e não percebi no primeiro momento, ele não estava ali me adorando não, estava ali para me passar uma mensagem.
Eu não conseguia acreditar que estava tendo este contato! Eu! Crente que isso acontecia por que estávamos fazendo a coisa certa, por que eramos os bons! ahahah Doce ilusão!
Resumindo o papo, eles não estavam contentes com a gente ali, nem com os humanos de modo geral,e me anunciou que estavam se retirando da Terra ( o que nós chamamos de Terra que são as construções do povo da superfície) por tempo indeterminado.
Foi assim que acabou minha carreira de galaxy-star e todas minhas ilusões ao respeito de salvar a raça humana. Caralho! Eu já não queria mais salvar a espécie em extinção! Ou seja, eu não queria mais me salvar.
Depressão! Cai novamente no buraco de Alice sem nenhum coelho para seguir.
Quando cheguei ao fundo, do poço, um novo Novo Mundo se descortinou para mim: O das Plantas Mágicas! Como se tivesse aberto os olhos pela primeira vez, comecei a observar a quantidade absurda de espécies que me rodeavam, haviam estado o tempo todo ali?
Caramba! Parece que as estou vendo pela primeira vez, e mais, parece que nunca tinha estado aqui...Tentei fazer contas de tempo, quanto tempo havia se passado ao final? Eu me apresentei para elas e elas se apresentaram a mim, Simples assim. Comecei a conhece-las a vê-las e fiquei apaixonada, encantada, embasbacada, e assim estou até hoje.
Minha vocação de curar já convivia comigo desde a tenra infância, desde que me entendo por gente, sempre falei que iria ser médica. desde que comecei a falar já tinha traçado meu caminho de Esculápio, dos bosques herméticos, da extração das essências vegetais, das almas vegetais e do processo que poderia extrair as suas forças, e se, este serviço fosse feito por alguém munido com a forte vontade de curar como eu, seus efeitos estariam garantidos.
O Mundo Vegetal se acha sob influencia dos planetas e está destinado à alimentar e curar o Homem.
Estudei com Paracelso que toda planta é uma estrela terrestre, que suas propriedades físicas estão inscritas na forma das folhas, e suas propriedades astrais, na cor da pétala das suas flores. descobri que existia uma botânica oculta, e que com ela a informação ficava completa.
A flor do Lírio, por exemplo, considerada a própria imagem da criação. a flor que o Anjo Gabriel entrega a Maria na anunciação, o símbolo da castidade e da pureza, representa a ação do fogo primordial sobre a mãe água, com ela se fabrica um perfume mágico que se utiliza para abençoar o local do ato mágico. Serve para reconciliar os amantes. Curas que vão além do corpo físico, já que a doença se encontra enraizada na alma.
Acostumada a morrer, heis que mais uma vez fui salva, e desta vez, pelo Reino Vegetal.
sábado, 11 de novembro de 2017
Montanha Louca. Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro.
Uma vez estabelecido este grupo e suas regras chegaram na seguinte pergunta, como iriam se sustentar no topo da montanha? Agricultores não eram, nem assalariados do governo, famílias e ou propriedades... O grandão então apresentou o Sistema Cosmo-Lógico que é assim: cada um se ocupa da parte que lhe toca, e nada mais.
Assim Ele pegou o Número Um, o Preto ( e dele se fez cargo até o fim) que traduzido ao português é o cara que arruma a grana. Número 2, o Branco: o que faz a prece, N3 O Negociador, N4: o Articulador, N5: A Estrela, N6: o Palhaço, N7: o que Alimenta, N8: o que Ama, N9: o que Ateia Fogo, mete pilha N10: o Crâneo N11: o Construtor N12; o Exterminador. Assim cada um assumiu sua função e funcionou durante um bom tempo.
O Jogo do Guerreiro é um jogo para testar templar o espírito, atualizar o condicionamento físico, praticar as relações cosmo-lógicas, e treinar as hierarquías.
Guerreiros=São 7 días de sobrevivência na mata, sem barraca alimento suplementos e nem suprimentos. se quisesse comer tinha que se oferecer para trabalhar nalguma das casas do perímetro determinado para o Jogo. O Guerreiro é o candidato que será testado e sairá à campo, e além de passar por todas estas dificuldades tem que se cuidar para não ser caçados pelos
Cachorros= são aqueles que já passaram pelo teste do guerreiro e agora são os caçadores, tem q procurar os guerreiros na mata e matá-los com um clic fotográfico ( o cara que é fotografado morre e está eliminado do jogo) os cachorros só podem sair para caçar em horas cosmo-lógicas predeterminadas instruídos pelos
Comandantes= quem passou pelo teste do cachorro pode ser comandante que é a figura que faz o enlace entre as órdens do General e os cachorros, que instrui, provê, atualiza os mapas e locações, conselheiro das equipes,General= Traça a estratégia do Jogo faz o enlace entre o Mestre do Jogo e o comandante, traduz, decodifica, ensina e orienta na linguagem cosmo-lógica.
Mestre do Jogo= Criador do Jogo funciona como assessor do General.
Nestes jogos Verdadeiros do século anterior foram desenvolvendo suas aptidões também passaram pelas artes místicas ou marciais assim atingiram a plenitude de suas forças físicas. A seguir todo tipo de planta, planeta, receita, mapas, oráculos, baralhos alquimias e orações foram apresentadas; e assim também várias línguas. Cada um lecionava sobre o assunto que mais dominava, assim ao cabo de dois ou três anos a fusão cobrava forma. Todo tipo de alimentação foi introduzida, até comida de astronauta experimentara,, embora a experiencia mais proveitosa fosse os recorrentes jejuns. Jejuava se para tudo! As Segundas, jejum de palavra, as Sextas jejum de rango, as Quartas jejum de vista, e por ai vai!
Sobreviveram até que bastante honrosa e saudavelmente, e assim se passaram vinte e cinco anos mais.
Montanha Louca. Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro.
Uma vez estabelecido este grupo e suas regras chegaram na seguinte pergunta, como iriam se sustentar no topo da montanha? Agricultores não eram, nem assalariados do governo, famílias e ou propriedades... O grandão então apresentou o Sistema Cosmo-Lógico que é assim: cada um se ocupa da parte que lhe toca, e nada mais.
Assim Ele pegou o Número Um, o Preto ( e dele se fez cargo até o fim) que traduzido ao português é o cara que arruma a grana. Número 2, o Branco: o que faz a prece, N3 O Negociador, N4: o Articulador, N5: A Estrela, N6: o Palhaço, N7: o que Alimenta, N8: o que Ama, N9: o que Ateia Fogo, mete pilha N10: o Crâneo N11: o Construtor N12; o Exterminador. Assim cada um assumiu sua função e funcionou durante um bom tempo.
O Jogo do Guerreiro é um jogo para testar templar o espírito, atualizar o condicionamento físico, praticar as relações cosmo-lógicas, e treinar as hierarquías.
Guerreiros=São 7 días de sobrevivência na mata, sem barraca alimento suplementos e nem suprimentos. se quisesse comer tinha que se oferecer para trabalhar nalguma das casas do perímetro determinado para o Jogo. O Guerreiro é o candidato que será testado e sairá à campo, e além de passar por todas estas dificuldades tem que se cuidar para não ser caçados pelos
Cachorros= são aqueles que já passaram pelo teste do guerreiro e agora são os caçadores, tem q procurar os guerreiros na mata e matá-los com um clic fotográfico ( o cara que é fotografado morre e está eliminado do jogo) os cachorros só podem sair para caçar em horas cosmo-lógicas predeterminadas instruídos pelos
Comandantes= quem passou pelo teste do cachorro pode ser comandante que é a figura que faz o enlace entre as órdens do General e os cachorros, que instrui, provê, atualiza os mapas e locações, conselheiro das equipes,General= Traça a estratégia do Jogo faz o enlace entre o Mestre do Jogo e o comandante, traduz, decodifica, ensina e orienta na linguagem cosmo-lógica.
Mestre do Jogo= Criador do Jogo funciona como assessor do General.
Nestes jogos Verdadeiros do século anterior foram desenvolvendo suas aptidões também passaram pelas artes místicas ou marciais assim atingiram a plenitude de suas forças físicas. A seguir todo tipo de planta, planeta, receita, mapas, oráculos, baralhos alquimias e orações foram apresentadas; e assim também várias línguas. Cada um lecionava sobre o assunto que mais dominava, assim ao cabo de dois ou três anos a fusão cobrava forma. Todo tipo de alimentação foi introduzida, até comida de astronauta experimentara,, embora a experiencia mais proveitosa fosse os recorrentes jejuns. Jejuava se para tudo! As Segundas, jejum de palavra, as Sextas jejum de rango, as Quartas jejum de vista, e por ai vai!
Sobreviveram até que bastante honrosa e saudavelmente, e assim se passaram vinte e cinco anos mais.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Montanha Louca: Primeiro Tempo.A Cozinha Um.
Por ser a primeira construção foi batizada como : Cozinha Um. Representava um quase monumento histórico, nela ficariam guardadas as memórias, histórias, reticências, aromas, receitas e confissões. Lá se comentavam os triunfos e agruras de cada habitante, onde toda manhã se contavam os sonhos que haviam sonhado na noite anterior. Naquele tempo bem caberia o título de Cozinha dos Sonhos.
Também por lá transcorreram as apresentações. Quando chegou à minha vez de apresentar me vi que não seria nada fácil ressumir os vinte e cinco anos transcorridos até aquele momento todos aqueles amores países vidas que tinha deixado para trás para me fundir com esta crosta mesozoica, para fazer parte deste corpo, para ser mais um soldado deste exército, uma peça deste quebra-cabeça, uma montanha cobaia um nada e um tudo! Yo Flavia Mariana Klc, nascida 3/3/às tantas horas, filha de Checo-eslovacos (Judeus) com Espanhóis e Italianos do Sul (Mouros) fui uma atriz do grupo do Juan, estudante universitária, comerciante do ramo vitivinícola gerada na Montanha Plateada dos Andes Mendocinos e parida na Metrôpole fedorenta que tem por nome próprio o de Santa Maria de Los Buenos Aires. Enquanto fazia teatro na cidade e aprimorava meus programas para levá-los ao apogeu, uma ideia crescia dentro de mim, seduzida pelas histórias do Juan sobre uma pequena cidade de pedras encantada encravada no topo de uma das Montanhas das Minas Gerais, a ideia cobrava uma forma iria me embrenhar pelas selvas do Brasil ( no fabulário argentino o Brasil era como os filmes do Tarzã) Decidi largar a vida das certeza e embarque rumo à São Paulo com uma mala de livros e outra de roupas que minhas amigas teriam jogado no lixo por medo de doá-las.
Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis.
Quando finalmente aquela construção primeira teve sua porta nela escreveram
Você abriu? Feche! Acendeu? Apague! Ligou? Desligue! Esta usando algo? Trate com carinho! É de graça? Não desperdice! Não lhe perguntaram? Não de palpite! Quebrou? Conserte! Não sabe consertar? Chame quem ajude! Não lhe diz respeito? Não se intrometa! Desarrumou? Arrume! Sujou? Limpe! Não veio para ajudar? Não atrapalhe! Ofendeu? Peça desculpas! Seguindo estas regras viverás melhor.
Logo que o Sol saísse completamente, quero dizer o círculo inteiro desenhado no horizonte, tomavam café perto do fogo. As pedras eram brilhantes pareciam piscar de luzes dependendo do ângulo e a hora do dia, era uma atividade intensiva o dia inteiro e também um parlatório, todos traziam suas histórias para contar, uns recolhiam lenha, outros procuravam alimentos, outros os manipulavam. Tanta felicidade e envolvimento começou a chamar àtenção das crianças, que naquele tempo eram "soltas" e começaram a se aproximar como abelhas das flores, espontaneamente.
Um dia o maior deles, o que falava mais, trouxe quatro folhas sulfite datilografadas, um conto:
O dia que Marta Lopes se sentou no meio da Praça; deste conto surgiu A Iluminada um conto maior que eu escrevi. É a minha memória mais antiga.
Montanha Louca: Primeiro Tempo.A Cozinha Um.
Por ser a primeira construção foi batizada como : Cozinha Um. Representava um quase monumento histórico, nela ficariam guardadas as memórias, histórias, reticências, aromas, receitas e confissões. Lá se comentavam os triunfos e agruras de cada habitante, onde toda manhã se contavam os sonhos que haviam sonhado na noite anterior. Naquele tempo bem caberia o título de Cozinha dos Sonhos.
Também por lá transcorreram as apresentações. Quando chegou à minha vez de apresentar me vi que não seria nada fácil ressumir os vinte e cinco anos transcorridos até aquele momento todos aqueles amores países vidas que tinha deixado para trás para me fundir com esta crosta mesozoica, para fazer parte deste corpo, para ser mais um soldado deste exército, uma peça deste quebra-cabeça, uma montanha cobaia um nada e um tudo! Yo Flavia Mariana Klc, nascida 3/3/às tantas horas, filha de Checo-eslovacos (Judeus) com Espanhóis e Italianos do Sul (Mouros) fui uma atriz do grupo do Juan, estudante universitária, comerciante do ramo vitivinícola gerada na Montanha Plateada dos Andes Mendocinos e parida na Metrôpole fedorenta que tem por nome próprio o de Santa Maria de Los Buenos Aires. Enquanto fazia teatro na cidade e aprimorava meus programas para levá-los ao apogeu, uma ideia crescia dentro de mim, seduzida pelas histórias do Juan sobre uma pequena cidade de pedras encantada encravada no topo de uma das Montanhas das Minas Gerais, a ideia cobrava uma forma iria me embrenhar pelas selvas do Brasil ( no fabulário argentino o Brasil era como os filmes do Tarzã) Decidi largar a vida das certeza e embarque rumo à São Paulo com uma mala de livros e outra de roupas que minhas amigas teriam jogado no lixo por medo de doá-las.
Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis.
Quando finalmente aquela construção primeira teve sua porta nela escreveram
Você abriu? Feche! Acendeu? Apague! Ligou? Desligue! Esta usando algo? Trate com carinho! É de graça? Não desperdice! Não lhe perguntaram? Não de palpite! Quebrou? Conserte! Não sabe consertar? Chame quem ajude! Não lhe diz respeito? Não se intrometa! Desarrumou? Arrume! Sujou? Limpe! Não veio para ajudar? Não atrapalhe! Ofendeu? Peça desculpas! Seguindo estas regras viverás melhor.
Logo que o Sol saísse completamente, quero dizer o círculo inteiro desenhado no horizonte, tomavam café perto do fogo. As pedras eram brilhantes pareciam piscar de luzes dependendo do ângulo e a hora do dia, era uma atividade intensiva o dia inteiro e também um parlatório, todos traziam suas histórias para contar, uns recolhiam lenha, outros procuravam alimentos, outros os manipulavam. Tanta felicidade e envolvimento começou a chamar àtenção das crianças, que naquele tempo eram "soltas" e começaram a se aproximar como abelhas das flores, espontaneamente.
Um dia o maior deles, o que falava mais, trouxe quatro folhas sulfite datilografadas, um conto:
O dia que Marta Lopes se sentou no meio da Praça; deste conto surgiu A Iluminada um conto maior que eu escrevi. É a minha memória mais antiga.
Montanha Louca: Primeiro Tempo: A Chegada de um Grupo.
Gostaria de apresentar estes distinguidos passageiros, digo, habitantes da Montanha Louca, comme il faut, como se merecessem, em todo seu esplendor, dando detalhes íntimos de suas grandiosas existências, porém não creio que isso será possível mais, pois a minha memória parece hoje ter vontade própria, ou não tê-la segundo lhe convém. Então me permitirei trocar um nome por outro, confundir datas números, citar fora do contexto, mudar de lado, partido, sexo e religião, não tenho o menor compromisso com a verdade, e tem mais, para mim, a verdade não representa mais do que mais uma facção; vou me permitir todas as transgressões até que não sobre um átomo que não tenha sido corrompido por mi mesma, assim quem sabe no fim... me conquistarei. Meu objetivo único máximo e derradeiro.
Sou uma mulher como outra qualquer, eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.
Sou uma mulher como outra qualquer, eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.
Montanha Louca: Primeiro Tempo: A Chegada de um Grupo.
Gostaria de apresentar estes distinguidos passageiros, digo, habitantes da Montanha Louca, comme il faut, como se merecessem, em todo seu esplendor, dando detalhes íntimos de suas grandiosas existências, porém não creio que isso será possível mais, pois a minha memória parece hoje ter vontade própria, ou não tê-la segundo lhe convém. Então me permitirei trocar um nome por outro, confundir datas números, citar fora do contexto, mudar de lado, partido, sexo e religião, não tenho o menor compromisso com a verdade, e tem mais, para mim, a verdade não representa mais do que mais uma facção; vou me permitir todas as transgressões até que não sobre um átomo que não tenha sido corrompido por mi mesma, assim quem sabe no fim... me conquistarei. Meu objetivo único máximo e derradeiro.
Sou uma mulher como outra qualquer, eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.
Sou uma mulher como outra qualquer, eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.
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