sábado, 11 de novembro de 2017

Montanha Louca. Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro.


Uma vez estabelecido este grupo e suas regras chegaram na seguinte pergunta, como iriam se sustentar no topo da montanha? Agricultores não eram, nem assalariados do governo, famílias e ou propriedades... O grandão então apresentou o Sistema Cosmo-Lógico que é assim: cada um se ocupa da parte que lhe toca, e nada mais.
Assim Ele pegou o Número Um, o Preto ( e dele se fez cargo até o fim) que traduzido ao português é o cara que arruma a grana. Número 2, o Branco: o que faz a prece, N3 O Negociador, N4: o Articulador, N5: A Estrela, N6: o Palhaço, N7: o que Alimenta, N8: o que Ama, N9: o que Ateia Fogo, mete pilha N10: o Crâneo N11: o Construtor N12; o Exterminador. Assim cada um assumiu sua função e funcionou durante um bom  tempo.
O Jogo do Guerreiro é um jogo para testar templar o espírito, atualizar o condicionamento físico, praticar as relações cosmo-lógicas, e treinar as hierarquías.
Guerreiros=São 7 días de sobrevivência na mata, sem barraca alimento suplementos e nem suprimentos. se quisesse comer tinha que se oferecer para trabalhar nalguma das casas do perímetro determinado para o Jogo. O Guerreiro é o candidato que será testado e sairá à campo, e além de passar por todas estas dificuldades tem que se cuidar para não ser caçados pelos
Cachorros= são aqueles que já passaram pelo teste do guerreiro e agora são os caçadores, tem q procurar os guerreiros na mata e matá-los com um clic fotográfico ( o cara que é fotografado morre e está eliminado do jogo) os cachorros só podem sair para caçar em horas cosmo-lógicas predeterminadas instruídos pelos
Comandantes= quem passou pelo teste do cachorro pode ser comandante que é a figura que faz o enlace entre as órdens do General e os cachorros, que instrui, provê, atualiza os mapas e locações, conselheiro das equipes,
General= Traça a estratégia do Jogo faz o enlace entre o Mestre do Jogo e o comandante, traduz, decodifica, ensina e orienta na linguagem cosmo-lógica.
Mestre do Jogo= Criador do Jogo funciona como assessor do General.
Nestes jogos Verdadeiros do século anterior foram desenvolvendo suas aptidões também passaram pelas artes místicas ou marciais assim atingiram a plenitude de suas forças físicas. A seguir todo tipo de planta, planeta, receita, mapas, oráculos, baralhos alquimias e orações foram apresentadas; e assim também várias línguas. Cada um lecionava sobre o assunto que mais dominava, assim ao cabo de dois ou três anos a fusão cobrava forma. Todo tipo de alimentação foi introduzida, até comida de astronauta experimentara,, embora a experiencia mais proveitosa fosse os recorrentes jejuns. Jejuava se para tudo! As Segundas, jejum de palavra, as Sextas jejum de rango, as Quartas jejum de vista, e por ai vai!
Sobreviveram até que bastante honrosa e saudavelmente, e assim se passaram vinte e cinco anos mais.

Montanha Louca. Segundo Tempo: O Jogo do Guerreiro.


Uma vez estabelecido este grupo e suas regras chegaram na seguinte pergunta, como iriam se sustentar no topo da montanha? Agricultores não eram, nem assalariados do governo, famílias e ou propriedades... O grandão então apresentou o Sistema Cosmo-Lógico que é assim: cada um se ocupa da parte que lhe toca, e nada mais.
Assim Ele pegou o Número Um, o Preto ( e dele se fez cargo até o fim) que traduzido ao português é o cara que arruma a grana. Número 2, o Branco: o que faz a prece, N3 O Negociador, N4: o Articulador, N5: A Estrela, N6: o Palhaço, N7: o que Alimenta, N8: o que Ama, N9: o que Ateia Fogo, mete pilha N10: o Crâneo N11: o Construtor N12; o Exterminador. Assim cada um assumiu sua função e funcionou durante um bom  tempo.
O Jogo do Guerreiro é um jogo para testar templar o espírito, atualizar o condicionamento físico, praticar as relações cosmo-lógicas, e treinar as hierarquías.
Guerreiros=São 7 días de sobrevivência na mata, sem barraca alimento suplementos e nem suprimentos. se quisesse comer tinha que se oferecer para trabalhar nalguma das casas do perímetro determinado para o Jogo. O Guerreiro é o candidato que será testado e sairá à campo, e além de passar por todas estas dificuldades tem que se cuidar para não ser caçados pelos
Cachorros= são aqueles que já passaram pelo teste do guerreiro e agora são os caçadores, tem q procurar os guerreiros na mata e matá-los com um clic fotográfico ( o cara que é fotografado morre e está eliminado do jogo) os cachorros só podem sair para caçar em horas cosmo-lógicas predeterminadas instruídos pelos
Comandantes= quem passou pelo teste do cachorro pode ser comandante que é a figura que faz o enlace entre as órdens do General e os cachorros, que instrui, provê, atualiza os mapas e locações, conselheiro das equipes,
General= Traça a estratégia do Jogo faz o enlace entre o Mestre do Jogo e o comandante, traduz, decodifica, ensina e orienta na linguagem cosmo-lógica.
Mestre do Jogo= Criador do Jogo funciona como assessor do General.
Nestes jogos Verdadeiros do século anterior foram desenvolvendo suas aptidões também passaram pelas artes místicas ou marciais assim atingiram a plenitude de suas forças físicas. A seguir todo tipo de planta, planeta, receita, mapas, oráculos, baralhos alquimias e orações foram apresentadas; e assim também várias línguas. Cada um lecionava sobre o assunto que mais dominava, assim ao cabo de dois ou três anos a fusão cobrava forma. Todo tipo de alimentação foi introduzida, até comida de astronauta experimentara,, embora a experiencia mais proveitosa fosse os recorrentes jejuns. Jejuava se para tudo! As Segundas, jejum de palavra, as Sextas jejum de rango, as Quartas jejum de vista, e por ai vai!
Sobreviveram até que bastante honrosa e saudavelmente, e assim se passaram vinte e cinco anos mais.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Montanha Louca: Primeiro Tempo.A Cozinha Um.



Por ser a primeira construção foi batizada como : Cozinha Um. Representava um quase monumento histórico, nela ficariam guardadas as memórias, histórias, reticências, aromas, receitas e confissões. Lá se comentavam os triunfos e agruras de cada habitante, onde toda manhã se contavam os sonhos que haviam sonhado na noite anterior. Naquele tempo bem caberia o título de Cozinha dos Sonhos.
Também por lá transcorreram as apresentações. Quando chegou à minha vez de apresentar me vi que não seria nada fácil ressumir os vinte e cinco anos transcorridos até aquele momento todos aqueles amores países vidas que tinha deixado para trás para me fundir com esta crosta mesozoica, para fazer parte deste corpo, para ser mais um soldado deste exército, uma peça deste quebra-cabeça, uma montanha cobaia um nada e um tudo! Yo Flavia Mariana Klc, nascida 3/3/às tantas horas, filha de Checo-eslovacos (Judeus) com Espanhóis e Italianos do Sul (Mouros) fui uma atriz do grupo do Juan, estudante universitária, comerciante do ramo vitivinícola gerada na Montanha Plateada dos Andes Mendocinos e parida na Metrôpole fedorenta que tem por nome próprio o de Santa Maria de Los Buenos Aires. Enquanto fazia teatro na cidade e aprimorava meus programas para levá-los ao apogeu, uma ideia crescia dentro de mim, seduzida pelas histórias do Juan sobre uma pequena cidade de pedras encantada encravada no topo de uma das Montanhas das Minas Gerais, a ideia cobrava uma forma iria me embrenhar pelas selvas do Brasil ( no fabulário argentino o Brasil era como os filmes do Tarzã) Decidi largar a vida das certeza e embarque rumo à São Paulo com uma mala de livros e outra de roupas que minhas amigas teriam jogado no lixo por medo de doá-las.
Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis.
Quando finalmente aquela construção primeira teve sua porta nela escreveram
Você abriu? Feche! Acendeu? Apague! Ligou? Desligue! Esta usando algo? Trate com carinho! É de graça? Não desperdice! Não lhe perguntaram? Não de palpite! Quebrou? Conserte! Não sabe consertar? Chame quem ajude! Não lhe diz respeito? Não se intrometa! Desarrumou? Arrume! Sujou? Limpe! Não veio para ajudar? Não atrapalhe! Ofendeu? Peça desculpas! Seguindo estas regras viverás melhor.
Logo que o Sol saísse completamente, quero dizer o círculo inteiro desenhado no horizonte, tomavam café perto do fogo. As pedras eram brilhantes pareciam piscar de luzes dependendo do ângulo e a hora do dia, era uma atividade intensiva o dia inteiro e também um parlatório, todos traziam suas histórias para contar, uns recolhiam lenha, outros procuravam alimentos, outros os manipulavam. Tanta felicidade e envolvimento começou a chamar àtenção das crianças, que naquele tempo eram "soltas" e começaram a se aproximar como abelhas das flores, espontaneamente.
Um dia o maior deles, o que falava mais, trouxe quatro folhas sulfite datilografadas, um conto:
O dia que Marta Lopes se sentou no meio da Praça; deste conto surgiu A Iluminada um conto maior que eu escrevi. É a minha memória mais antiga.

Montanha Louca: Primeiro Tempo.A Cozinha Um.



Por ser a primeira construção foi batizada como : Cozinha Um. Representava um quase monumento histórico, nela ficariam guardadas as memórias, histórias, reticências, aromas, receitas e confissões. Lá se comentavam os triunfos e agruras de cada habitante, onde toda manhã se contavam os sonhos que haviam sonhado na noite anterior. Naquele tempo bem caberia o título de Cozinha dos Sonhos.
Também por lá transcorreram as apresentações. Quando chegou à minha vez de apresentar me vi que não seria nada fácil ressumir os vinte e cinco anos transcorridos até aquele momento todos aqueles amores países vidas que tinha deixado para trás para me fundir com esta crosta mesozoica, para fazer parte deste corpo, para ser mais um soldado deste exército, uma peça deste quebra-cabeça, uma montanha cobaia um nada e um tudo! Yo Flavia Mariana Klc, nascida 3/3/às tantas horas, filha de Checo-eslovacos (Judeus) com Espanhóis e Italianos do Sul (Mouros) fui uma atriz do grupo do Juan, estudante universitária, comerciante do ramo vitivinícola gerada na Montanha Plateada dos Andes Mendocinos e parida na Metrôpole fedorenta que tem por nome próprio o de Santa Maria de Los Buenos Aires. Enquanto fazia teatro na cidade e aprimorava meus programas para levá-los ao apogeu, uma ideia crescia dentro de mim, seduzida pelas histórias do Juan sobre uma pequena cidade de pedras encantada encravada no topo de uma das Montanhas das Minas Gerais, a ideia cobrava uma forma iria me embrenhar pelas selvas do Brasil ( no fabulário argentino o Brasil era como os filmes do Tarzã) Decidi largar a vida das certeza e embarque rumo à São Paulo com uma mala de livros e outra de roupas que minhas amigas teriam jogado no lixo por medo de doá-las.
Escutei com atenção cada uma das suas histórias, relatos fabulosos, diários mínimos, detalhes destas Vidas como que retiradas do resto do Mundo. Se entendi bem, todos tinham deixado suas antigas propriedades identidades estabilidades nalgum lugar longe ou perto dali, mas que não era ali. Tinham largado tudo para estar aí, nesse momento, para criar o mundo de novo, um novo mundo onde nada de mau poderia acontecer. Nos parâmetros das suas crenças, na medida de suas capacidades, ao abrigo das Candeias e Congonhas e Estrelas do Serrado sem nada e nem ninguém para atrapalhar testemunhar ou interferir, livres para viver todas suas vidas possíveis.
Quando finalmente aquela construção primeira teve sua porta nela escreveram
Você abriu? Feche! Acendeu? Apague! Ligou? Desligue! Esta usando algo? Trate com carinho! É de graça? Não desperdice! Não lhe perguntaram? Não de palpite! Quebrou? Conserte! Não sabe consertar? Chame quem ajude! Não lhe diz respeito? Não se intrometa! Desarrumou? Arrume! Sujou? Limpe! Não veio para ajudar? Não atrapalhe! Ofendeu? Peça desculpas! Seguindo estas regras viverás melhor.
Logo que o Sol saísse completamente, quero dizer o círculo inteiro desenhado no horizonte, tomavam café perto do fogo. As pedras eram brilhantes pareciam piscar de luzes dependendo do ângulo e a hora do dia, era uma atividade intensiva o dia inteiro e também um parlatório, todos traziam suas histórias para contar, uns recolhiam lenha, outros procuravam alimentos, outros os manipulavam. Tanta felicidade e envolvimento começou a chamar àtenção das crianças, que naquele tempo eram "soltas" e começaram a se aproximar como abelhas das flores, espontaneamente.
Um dia o maior deles, o que falava mais, trouxe quatro folhas sulfite datilografadas, um conto:
O dia que Marta Lopes se sentou no meio da Praça; deste conto surgiu A Iluminada um conto maior que eu escrevi. É a minha memória mais antiga.

Montanha Louca: Primeiro Tempo: A Chegada de um Grupo.

Gostaria de apresentar estes distinguidos passageiros, digo, habitantes da Montanha Louca, comme il faut, como se merecessem, em todo seu esplendor, dando detalhes íntimos de suas grandiosas existências, porém não creio que isso será possível mais, pois a minha memória parece hoje ter vontade própria, ou não tê-la segundo lhe convém. Então me permitirei trocar um nome por outro, confundir datas números, citar fora do contexto, mudar de lado, partido, sexo e religião, não tenho o menor compromisso com a verdade, e tem mais, para mim, a verdade não representa mais do que mais uma facção; vou me permitir todas as transgressões até que não sobre um átomo que não tenha sido corrompido por mi mesma, assim quem sabe no fim... me conquistarei. Meu objetivo único máximo e derradeiro.
Sou uma mulher como outra qualquer,  eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.

Montanha Louca: Primeiro Tempo: A Chegada de um Grupo.

Gostaria de apresentar estes distinguidos passageiros, digo, habitantes da Montanha Louca, comme il faut, como se merecessem, em todo seu esplendor, dando detalhes íntimos de suas grandiosas existências, porém não creio que isso será possível mais, pois a minha memória parece hoje ter vontade própria, ou não tê-la segundo lhe convém. Então me permitirei trocar um nome por outro, confundir datas números, citar fora do contexto, mudar de lado, partido, sexo e religião, não tenho o menor compromisso com a verdade, e tem mais, para mim, a verdade não representa mais do que mais uma facção; vou me permitir todas as transgressões até que não sobre um átomo que não tenha sido corrompido por mi mesma, assim quem sabe no fim... me conquistarei. Meu objetivo único máximo e derradeiro.
Sou uma mulher como outra qualquer,  eu transpiro, eu tusso, sou baixinha, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados. Sou Flavia, uma das flávias do começo, órfã da Vida, morta para o Amor e rejeitada pelo Mundo: A Cobaia perfeita <3 Uma das não-merecedoras da tamanho privilégio. Estou no paraíso sem ter feito nada para isso! Esta é sem dúvidas uma situação bastante perigosa, você se sente uma rainha mas não passa de um experimento. E neste reencarnação como cobaia recebi muitas mais bendiciones do que tinha recebido como humana, assim entre mortos e feridos, saí ferida mortalmente. com um poderoso Violeta conseguia levar rapidamente os programas ao seu apogeu e assim promover uma certa agilidade no trânsito transmigratório das almas, coisa meio complexa, tanto que enrolei até hoje para tentar expressar com claridade, de modo inteligível, para finalmente me arriscar à expor alguns ensinamentos, documentos, um pequeno conto escrito por Juan ( El día que Marta López se sentó en el medio de la Plaza) que deu origem à novela A Iluminada, que repasso aqui na tradução da querida Zelinda Orlandi Hypólito que me traduziu em São Paulo lá nos anos noventa quando tudo era novidade, e as estrelas, um irreversível mistério. Nesta época eramos do grupo semeador, e semeávamos para entender, decodificar.
Descendo pelo muro de pedras que os antigos tinham legado a estes atuais, havia uma fratura e uma pequena passagem até uma nascente, dali colhiam a água que utilizavam para todas suas necessidades cotidianas, excluídos os banhos, atividade que praticavam um pouco mais para baixo, onde a água tinha uma queda, um chuveiro natural. Foi naquela entrada mesmo que começou o arrasta-pedras novamente, só que desta vez as pedras vinham da Cidade de São Thomé das Letras, em caminhões e cortadas em quadrados rosas e brancos. que enfileiraram de maneira circular como abraçando uma das minhas saliências, parecia como uma representação minha, uma máscara! Ficou bonita e muito engraçada, depois descobri que ali se cozinhavam sopas pães e sonhos. E a hora de contar o sonho era logo pela manhã, surgiam todos aqueles relatos que só faziam sentido no mundo onírico, e quem entrasse ali nesse momento iria ficar confuso com as letras dos sonhos.
- quanto tempo faz que você chegou?
Se ouvia esta pergunta com frequência, eles se faziam uns aos outros sem cessar,
-você veio de onde?
Esta era outra campeã!! Eles eram divertidos e eu não via mau algum nisso, quero dizer, não representavam uma ameaça para mim. Tampouco imaginava que eles eram da raça em extinção, sempre tinha ouvido falar de baleias golfinhos e animais fantásticos e seres fabulosos que eu nunca vi. Nunca vi o mar.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Montanha Louca. Prefácio.

Foto: Lívia Leite.

Sou uma montanha como outra qualquer, mais uma entre as tantas das Minas Gerais, do Brasil, de Latino-América, do Continente Americano, do Planeta Terra, um dos quarenta mil Mundos Criados. Sou baixinha, desabitada, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados.
Houve algum som um tempo atrás, vozes melodiosas, corposas, afinadas e arrastavam pedras de lá para cá, também uma amazona encantada num cavalo marrom, depois ... nada.
Então agora há pouco, numa noite gelada de Agosto seriam umas 3:40 da madrugada quando umas luzes bem fortes começaram a me iluminar de cima; como holofotes gigantes me focando, era eu? é comigo a coisa? tentei ver quem emitia as luzes, mas não consegui no final sobraram dois feixes de luz de uma coloração azul intenso e o outro de um laranja vibrante. Após esta breve exposição noturna que começaram a chegar as vozes novamente. Era um grupo, embora não consiga saber ao certo quantos, nem tampouco discernir se a voz vinha de um ou de outro. Eu chamo eles de passageiros, eles chamam a si mesmo de habitantes; que seja!
Se estabeleceram perto do topo, naquele lugar em que seus ancestrais tinham depositado as pedras arrastadas, enfileirado à modo de marcador, divisor talvez... ou apenas um simples sinalizador do melhor caminho até o cume; e pareciam bastante organizados. Um pequeno salão encravado no chão com uma lona verde por cima era o local das refeições locuções e jogos de baralho nos intermináveis dias de chuva. Era uma espécie de clã? inconexo, multicolorido, multiétnico. No início seus movimentos não faziam nenhum sentido para mim, se levantavam com o Sol e fitavam o horizonte, numa espécie de saudação?, depois acendiam um fogo e ali perambulavam o resto do dia, se alimentando, conversando, indo e vindo. Até que um dia, eu vi, aquele maior, o que falava mais, começou a capturar estrelas num caldeirão num movimento horário, com uma colher de pau; sim! nesse momento tive certeza de que alguma coisa de fato estava acontecendo: aquele indivíduo ali capturava as estrelas numa sopa que dava para alimentar os outros pequenos, órfãos da vida, flávias, mortos para o amor e rejeitados pelo Mundo. Tinha decidido por vocação, amá-los, amá-los por que sim, por capricho, por vontade e determinação, para fazer sua revolução pessoal, para dar um passo em direção ao objetivo mais nobre de todos: Salvar a única espécie em extinção: a Humana.
 Tanto fez tanto faz que acabou por atrair as atenções dos "mais Altos".
Eu era uma montanha como outra qualquer, mas foi à partir desse momento que comecei a me sentir importante, escolhida, destacada, algo de grandioso estava se gestando dentro de mim. as vozes começaram a aumentar e também o número de assentamentos. Devia ser o mês de Agosto, e talvez fosse o fim da tarde de um ano em que partiram Cazuza e depois Raul; foi então que eu vi as luzes novamente, elas saiam de um corpo deitado no chão e outras vinham diretamente da noite escura, não há como negar que temos algo por aqui!
Pois É! Aqui! Em mim! Eu! Sou a Estrela da Terra, o Pôlo que nos conecta com o Céu, A Montanha Encantada, a Montanha Adorada, a Montanha Mágica, Sagrada a Montanha Iluminada, ou como me chama, às vezes, Flavia: Montanha Louca!

Flavia Mariana Klc, Montanha Louca, Novembro 8, 2017.

Montanha Louca. Prefácio.

Foto: Lívia Leite.

Sou uma montanha como outra qualquer, mais uma entre as tantas das Minas Gerais, do Brasil, de Latino-América, do Continente Americano, do Planeta Terra, um dos quarenta mil Mundos Criados. Sou baixinha, desabitada, meio atarracada, arredondada e toda coberta de pelos dourados.
Houve algum som um tempo atrás, vozes melodiosas, corposas, afinadas e arrastavam pedras de lá para cá, também uma amazona encantada num cavalo marrom, depois ... nada.
Então agora há pouco, numa noite gelada de Agosto seriam umas 3:40 da madrugada quando umas luzes bem fortes começaram a me iluminar de cima; como holofotes gigantes me focando, era eu? é comigo a coisa? tentei ver quem emitia as luzes, mas não consegui no final sobraram dois feixes de luz de uma coloração azul intenso e o outro de um laranja vibrante. Após esta breve exposição noturna que começaram a chegar as vozes novamente. Era um grupo, embora não consiga saber ao certo quantos, nem tampouco discernir se a voz vinha de um ou de outro. Eu chamo eles de passageiros, eles chamam a si mesmo de habitantes; que seja!
Se estabeleceram perto do topo, naquele lugar em que seus ancestrais tinham depositado as pedras arrastadas, enfileirado à modo de marcador, divisor talvez... ou apenas um simples sinalizador do melhor caminho até o cume; e pareciam bastante organizados. Um pequeno salão encravado no chão com uma lona verde por cima era o local das refeições locuções e jogos de baralho nos intermináveis dias de chuva. Era uma espécie de clã? inconexo, multicolorido, multiétnico. No início seus movimentos não faziam nenhum sentido para mim, se levantavam com o Sol e fitavam o horizonte, numa espécie de saudação?, depois acendiam um fogo e ali perambulavam o resto do dia, se alimentando, conversando, indo e vindo. Até que um dia, eu vi, aquele maior, o que falava mais, começou a capturar estrelas num caldeirão num movimento horário, com uma colher de pau; sim! nesse momento tive certeza de que alguma coisa de fato estava acontecendo: aquele indivíduo ali capturava as estrelas numa sopa que dava para alimentar os outros pequenos, órfãos da vida, flávias, mortos para o amor e rejeitados pelo Mundo. Tinha decidido por vocação, amá-los, amá-los por que sim, por capricho, por vontade e determinação, para fazer sua revolução pessoal, para dar um passo em direção ao objetivo mais nobre de todos: Salvar a única espécie em extinção: a Humana.
 Tanto fez tanto faz que acabou por atrair as atenções dos "mais Altos".
Eu era uma montanha como outra qualquer, mas foi à partir desse momento que comecei a me sentir importante, escolhida, destacada, algo de grandioso estava se gestando dentro de mim. as vozes começaram a aumentar e também o número de assentamentos. Devia ser o mês de Agosto, e talvez fosse o fim da tarde de um ano em que partiram Cazuza e depois Raul; foi então que eu vi as luzes novamente, elas saiam de um corpo deitado no chão e outras vinham diretamente da noite escura, não há como negar que temos algo por aqui!
Pois É! Aqui! Em mim! Eu! Sou a Estrela da Terra, o Pôlo que nos conecta com o Céu, A Montanha Encantada, a Montanha Adorada, a Montanha Mágica, Sagrada a Montanha Iluminada, ou como me chama, às vezes, Flavia: Montanha Louca!

Flavia Mariana Klc, Montanha Louca, Novembro 8, 2017.

domingo, 5 de novembro de 2017

Mês Violeta: Novembro 2/2017


Olá Planetas!!! A semana da Cheia começa com o Sol na casa Violeta( das conclusões) e a Lua na casa Branca ( das memórias, histórias, limpeza e familiaridades); dobradinha do Grupo de Fé ( o Grupo que faz o controle de qualidade do espírito).
A semana se apresenta com elementos positivos da semana anterior são estes Rosa (prazer) e Branco (memória) que continuam durante toda a semana. Esta situação é bem confortável, este é um bom motivo para nos tornarmos mais produtivos já que índice de felicidade aumenta.
Outro destaque vai para o Amarelo (negociações) e Preto (poder); positivos o que aumenta a atração e o magnetismo das pessoas, nesse sentido a primavera está no Ar.
Na sexta feira a Lua entra no seu quarto minguante, e assim, há uma acalmada de modo geral.
Do bom e do Melhor!!! Excelente Semana Planetas!!!!!!!!!!!

Mês Violeta: Novembro 2/2017


Olá Planetas!!! A semana da Cheia começa com o Sol na casa Violeta( das conclusões) e a Lua na casa Branca ( das memórias, histórias, limpeza e familiaridades); dobradinha do Grupo de Fé ( o Grupo que faz o controle de qualidade do espírito).
A semana se apresenta com elementos positivos da semana anterior são estes Rosa (prazer) e Branco (memória) que continuam durante toda a semana. Esta situação é bem confortável, este é um bom motivo para nos tornarmos mais produtivos já que índice de felicidade aumenta.
Outro destaque vai para o Amarelo (negociações) e Preto (poder); positivos o que aumenta a atração e o magnetismo das pessoas, nesse sentido a primavera está no Ar.
Na sexta feira a Lua entra no seu quarto minguante, e assim, há uma acalmada de modo geral.
Do bom e do Melhor!!! Excelente Semana Planetas!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Agenda Cosmo-Lógica. Novembro/1,2017.

Olá Planetas!!! Começou Novembro bastante animado, hoje é sexta feira dia 3/11/17 e nos encontra com o Sol na casa Violeta ( das transformações) e a Lua Cheia nesta madrugada na casa do Verde. Podemos dizer que nos encontramos num clima muito animador onde vamos nos preenchendo de expectativas boas, onde acreditamos em nosso poder transformador. Os destaques vão para Amarelo (ideologia) e Prata (movimento) que nos antecipam que alguma coisa se moverá nesse sentido, que as pessoas tomarão algum partido.O fim de semana está muito legal por conta do Rosa (diversão) positivo junto ao Preto (poder) Violeta (transformação) somados ao Amarelo e Prata. A contraindicação fica por conta do Celeste (romantismo) e Branco ( pureza) negativos o que pode contrariar algum conto de fadas!
Bom Final de Semana Planetas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Agenda Cosmo-Lógica. Novembro/1,2017.

Olá Planetas!!! Começou Novembro bastante animado, hoje é sexta feira dia 3/11/17 e nos encontra com o Sol na casa Violeta ( das transformações) e a Lua Cheia nesta madrugada na casa do Verde. Podemos dizer que nos encontramos num clima muito animador onde vamos nos preenchendo de expectativas boas, onde acreditamos em nosso poder transformador. Os destaques vão para Amarelo (ideologia) e Prata (movimento) que nos antecipam que alguma coisa se moverá nesse sentido, que as pessoas tomarão algum partido.O fim de semana está muito legal por conta do Rosa (diversão) positivo junto ao Preto (poder) Violeta (transformação) somados ao Amarelo e Prata. A contraindicação fica por conta do Celeste (romantismo) e Branco ( pureza) negativos o que pode contrariar algum conto de fadas!
Bom Final de Semana Planetas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 21 de outubro de 2017

Mês Violeta: Outubro/4 2017.



Olá Planetas!!! Vem aí o Sol Violeta, nesta próxima segunda-feira 23/10/17, nos encontrará com a Lua na casa Vermelha na fase Nova. Aqui toda pose se desmonta, entramos no reino das sensações; no mundo feminino, aquático, profundo e intenso. Dissolvente de Água, 12 cor, a mais evoluída e a que tem consciência dos outros 11 programas terráqueos, seu maior atributo é ser a maioria absoluta em tudo! É o tema onde o Tema já era! Ou seja podemos esperar que se intensifique a falta de e o excesso de, e ainda as manifestações (reviravoltas) em resposta às provocações humanas.
Esta casa, Violeta, faz com que nossos sentimentos e nossos assuntos nos chamem ao interior do Ser, e assim poderemos ficar bem envolvidos em nossos próprios meandros. 
O Violeta quer se aprofundar, neste ímpeto pode que não sobre muita coisa em pé.
Se nos deixarmos influenciar por este ritmo, seremos intensos e não teremos medo, ao igual que a água nos entregaremos à corrente, nos massificaremos, e nos sentiremos unidos a cada gotícula, enfim este Violeta pode nos devolver algo da nossa humanidade perdida.
Bom Mergulho Planetas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!